Posted by: gluedtke | November 13, 2008

O Design de Manuais de Instruções

Você costuma ler os manuais de instruções dos produtos que você compra?

Muitas pessoas encaram o manual de instruções como um mal necessário e pouquíssimas pessoas tem o hábito de ler o manual antes de manusear o produto que compraram.

Mas porque as pessoas não lêem o manual de instruções? Existem várias razões, a seguir cito algumas das razões:

uma delas é que o brasileiro não possui o hábito da leitura, outro fator é de que o brasileiro é muito visual, portanto ele prefere ler textos que são acompanhados de ilustrações.

Normalmente as pessoas tentam descobrir por conta própria como as coisas funcionam, se conseguirem colocar o produto em funcionamento, o manual nem sequer é retirado de sua embalagem.

Outro fator a ser levado em conta é a maneira como os manuais de instruções são escritos e diagramados. Escrever manuais de instruções não é uma tarefa das mais simples e vários são os fatores que devem ser considerados. O principal deles é o design do manual, na era em que vivemos as pessoas são cada vez mais visuais, por isso o tratamento do visual gráfico do manual deve ser

Posted by: gluedtke | December 2, 2007

Resenha do livro Weaving the Web – de Tim Berners-Lee

O livro conta a epopéia de Tim Berners-Lee, o inventor da World Wide Web.  

Nos últimos quinhentos anos, diversas descobertas contribuiram para o salto de desenvolvimento intelectual que a humanidade se encontra atualmente, desde a tipografia de Guttemberg em 1436, passando pela invenção da eletricidade por Tomas Edison em 1879,  a invenção do telégrafo e do telefone por Alexandre Gran Bell, o desenvolvimento do rádio por Guglielmo Marconi, e mais centenas de outras descobertas e invenções que facilitaram a vida de milhares de pessoas no mundo inteiro. Porém, uma das mais importantes invenções do século é sem dúvida a que estamos vivendo atualmente a World Wide Web”. 

Como tudo começou

As primeiras pesquisas para a comunicação entre computadores surgiram no início da década de 60 e lá se foram trinta anos de pesquisas período no qual a Internet era acessível basicamente à universidades, órgãos de pesquisa e instituições militares, até que, na década de 80 um gênio chamado Tim Berners-Lee começa a desenvolver uma linguagem capaz de universalizar o uso da Internet e torná-la acessível a todos nós como está sendo atualmente. Tim Berners-Lee é considerado uma das 100 mentes mais brilhantes do século XX e atualmente ele ocupa o cargo de diretor do consórcio World Wide Web, coordenando a estrutura de desenvolvimento da Web, além de presidir também o laboratório de Ciências da Computação do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Em seu livro Weaving the Web (Tecendo a Web) Berners-Lee conta a sua trajetória como pesquisador e idealizador dos conceitos e idéias que nortearam o desenvolvimento dos primeiros softwares de navegação intuitiva. O pai e a mãe de Berners-Lee eram matemáticos e também trabalhavam com programação de computadores, eles estavam muito empolgados com a idéia de programar um computador para que ele pudesse executar tarefas mediante instruções previamente definidas, dentro de uma determinada lógica, porém, o computador possui restrições, bem diferente da mente humana que possui a habilidade de fazer ligações aleatórias aos dados memorizados. Berners-Lee cita um exemplo: “quando eu sinto um aroma de café forte, eu me transporto imediatamente para uma pequena sala localizada em cima de uma casa de café em Oxford. Meu cérebro faz o link, e instantaneamente me transporta para lá.”Um dia, Tim Berners-Lee chegou em casa do colégio e encontrou seu pai elaborando uma conferência para Basil de Ferranti. Ele estava lendo livros sobre cérebro, procurando por pistas sobre como fazer um computador intuitivo, capaz de completar conexões como o cérebro as faz. Ambos discutiram um pouco o assunto e aquilo ficou na mente de Berners-Lee durante todos os seus estudos até sua graduação em Física na Universidade de Oxford em 1976. 

Os primeiros passos para a Web

Em 1980, Tim Berners-Lee foi trabalhar no CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), porém ele foi contratado apenas como físico. Berners-Lee ficou impressionado com a quantidade de computadores e parafernálias eletrônicas que estavam em operação. Eram milhares de cientistas e profissionais que trabalhavam fazendo pesquisas e produzindo documentação. Os computadores, eram gigantescos mainframes que ocupavam salas inteiras, para um cientista ter acesso a um computador era uma verdadeira romaria, tinha até fila para usar computador e muitas informações acabavam tendo que ficar na cabeça dos cientistas. Por incrível que pareça muitas vezes as informações eram passadas de uma pessoa para outra nas conversas nas mesas de café estrategicamente dispostas nos corredores. Nas horas de folga Tim Berners-Lee escrevia algumas linhas do seu tão sonhado programa de navegação intuitiva que ele chamava de Enquire*.  “Quando obtive uma versão bem primitiva do software, eu comecei a usá-lo para rastrear quem escreveu qual programa, qual programa rodava em qual máquina e quem fazia parte de qual projeto.Discuções informais eram invariavelmente acompanhadas de diagramas em forma de circulos e flexas rabiscados sobre guardanapos e envelopes, porque isto era um meio natural de relacionar pessoas com equipamentos.No Enquire, eu pude digitar em uma página informações sobre uma pessoa, um dispositivo ou um programa. Cada página era um ‘nó’ dentro do programa, como se fosse um cartão de índice. Os links de um nó para outro eram indicados por uma lista numerada no rodapé de cada página.Eu adorei Enquire, e fiz um bom uso dele porque armazenava informações sem o uso de estruturas como matrizes ou árvores. O cérebro humano usa esse tipo de estrutura de organização o tempo todo.” Assim, Berners-Lee foi expandindo o uso do seu programa, e ele o fez de tal maneira que só dava para acrescentar uma nova informação se esta fosse ligada a uma informação já existente. A cada novo link adicionado ele fazia uma descrição a que era relacionado. Ele aprimorou o seu “software” e criou links dentro das páginas e também de dentro das páginas para outros arquivos.    

O aprimoramento e a padronização

Após um determinado período, ele saiu do CERN e continuou suas pesquisas vindo posteriormente a desenvolver um protocolo para facilitar a comunicação entre diferentes computadores. Nascia o TCP (Transmission Control Protocol), um protocolo que permite um computador enviar dados a outro computador, quebrando a informação em pequenos pacotes e remontando-o novamente no outro lado.O TCP funciona em conjunto com o IP (Internet Protocol), o IP é como se fosse um CEP, cada computador ou servidor Web conectado deve possuir um IP para poder enviar ou receber pacotes pela internet. Por exemplo, no exato momento em que conectamos o modem ADSL para navegar na internet, o nosso computador manda um sinal para o provedor de acesso, e este então atribui um IP ao nosso computador para que possamos continuar a navegação.Paralelamente, Berners-Lee também desenvolveu a linguaguem HTML (Hyper Text Markup Language), uma linguagem universal que pode ser lida por qualquer computador de qualquer fabricante e de qualquer sistema operacional sem distorções ou perda de dados, para isso é usado o protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol).O HTTP é um protocolo tão simples que permite a exibição de páginas Web com incrível rapidez.Berners-Lee ainda descreve no livro como foi o processo de padronização e definição das regras e estruturas da internet, o envolvimento de outros pesquisadores e instituições, o surgimento dos primeiros navegadores para internet, a batalha entre Netscape e Microsoft Explorer, a expansão dos servidores de acesso, a entrada das empresas com a publicação de suas homepages, a guerra entre provedores para a conquista de mais e mais usuários e como foi sua espansão no mundo inteiro. 

O futuro da Web

No livro, Berners-Lee expõe seu sonho para o futuro da Web. O sonho dele se divide em duas partes. Na primeira parte, a Web como uma poderosa ferramenta de colaboração entre as pessoas de maneira intuitiva e não somente através de um browser, mas a possibilidade de poder criar e interagir.Na segunda parte de seu sonho, a possibilidade de os computadores trabalharem para nós. As máquinas seriam capazes de analizar os dados da Web – o conteúdo, links, e transações entre pessoas. É a “Web Semântica” , quando isso acontecer as transações de negócios, burocracias e a vida no nosso dia a dia será administrado pelas máquinas, liberando as pessoas para a “inspiração e intuição”.   * inquirir, investigar, interrogar; pesquisar; indagar

Posted by: gluedtke | October 23, 2007

Manuais de instruções

O texto abaixo foi escrito por Gilmar Luedtke, Sócio da empresa de comunicação técnica Luedtke Assessoria Industrial Ltda. (www.luedtke.com.br)

Ultimamente tem se falado muito sobre manuais de instruções, principalmente naquela semana e nos dias subseqüêntes em virtude de informações contidas no manual de instruções do avião da TAM.

Os manuais de instruções são peças vitais que acompanham qualquer tipo de produto. Desde o mais simples eletrodoméstico, passando por todos os tipos de eletroeletrônicos, máquinas agrícolas e industriais das mais complexas possíveis.

Via de regra as pessoas não gostam de ler manuais de instruções, as pessoas compram o produto e primeiro tentam usá-lo intuitivamente, quando não conseguem usá-lo recorrem ao manual de instruções.

É de fundamental importância que o manual seja claro e conciso. A responsabilidade de quem elabora manual de instruções é muito grande.

O redator precisa conhecer o produto, se não conhecer deve tomar todas as informações acerca do produto para poder desenvolver um bom manual que possa ser entendido pelo pelo usuário/leitor.

Termos afins: Manuais de instruções, Manuais técnicos, Catálogos técnicos, Catálogos de peças, Treinamento.

Para mais detalhes acesse: www.luedtke.com.br

No texto o mundo codificado do livro com o mesmo nome Vilém Flusser faz uma análise das transformações que ocorreram e continuam acontecendo com a humanidade em virtude dos códigos de comunicação usados.
Desde os tempos mais remotos a humanidade sentiu a necessidade de se comunicar e de registrar o seu legado para as gerações futuras. Para isso o homen desenvolveu símbolos e códigos através dos quais pudesse expressar os seus desejos e inspirações. Inicialmente na forma de imagens e simbolos primitivos, posteriormente ele foi aprimorando o seu método de comunicação até chegar na linguagem escrita linearmente.
A linguagem grafada na forma de simbolos lineares (letras e números) foi um marco importante para a humanidade, porém colaborou em parte para a segregação social, já que para interpretar esta forma de comunicação era necessário aprender a decodificar esta forma de comunicação.

Mas com o advento da fotografia, da televisão, do cinema e da internet estamos retornando a uma forma de comunicação baseada em imagens. Com isso a escrita deixa de ser o principal meio de comunicação em detrimento das imagens que muitas vezes falam por si só.
Porém ainda há muito o que aprender com estas novas tecnologias áudiovisuais, ainda estamos aprendendo como fotografar, como fazer produção de vídeo e como fazer cinema.
Aproveitando o gancho, já que estamos falando de imagens, vou introduzir o tema “funcionamento e experiência estética com aparelhos”  baseado em textos do livro “Filosofia da Caixa Preta” do Filósofo Vilém Flusser.
O filósofo faz uma análise do comportamento do homen frente aos aparelhos fotográficos e o que acontece como resultado desta experiência já que os aparelhos são resultado da programação feita por homens.
A máquina fotográfica possui um programa e um conjunto de mecanismos capaz de registrar, armazenar e reproduzir as imagens. O funcionário do aparelho (fotógrafo) é um caçador de imagens, antes de fotografar um objeto, uma paisagem ou pessoas ele primeiramente constrói a imagem na sua mente e baseado nesta imagem mentalmente construída ele faz com que o aparelho (máquina fotográfica) capture e transforme a imagem desejada.
Porém a experiência estética pode ser tão interessante quanto mais complexo for o programa e da capacidade do fotógrafo de explorar todas as potencialidades do programa instalado no aparelho.
Para Arlindo Machado as possibilidades no uso do programa da máquina fotográfica são infinitas, haja visto que nestes 150 anos de existência da fotografia ainda não se conseguiu atingir o limite das potencialidades existentes nas máquinas fotográficas.

Referências Bibliográficas: (Flusser, Vilém. Filosofia da caixa preta. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.Flusser, Vilém. O mundo codificado:  por uma filosofia do design e da comunicação. São Paulo: Cosac Naify, 2007.Machado Arlindo. Repensando Flusser e as imagens técnicas.

Posted by: gluedtke | October 16, 2007

A estética do jogo hipermidiático

Neste texto os autores fazem uma reflexão profunda sobre as estéticas das artes e dos meios hipermidiáticos e nossa compreenssão acerca dos conceitos de estética e imersão.

 Uma obra de arte possui uma verdade que é dela, nós devemos imergir na obra, circular em torno dela para captar a verdade implicita, e isto depende muito da nossa experiência estética.

A estética é o estudo das condições e dos efeitos das criações dos artistas, embora a arte seja produto de um mundo e reflita sobre este mundo.
Quando contemplamos uma obra de arte estamos imergindo e jogando com a obra de arte, na mesma medida que a arte se propõe a jogar conosco. Cada um de nós tem uma experiência estética diferente dependendo da complexidade da obra, uma obra simples nos leva a uma experiência simples uma obra complexa nos leva a uma experiência mais interessante e mais envolvente.
Ao transportarmos este conceito para os meios hipermidiáticos percebemos a importância de desenvolver sistemas interessantes e atrativos. Os recursos disponibilizados pelos sistemas são vastos e nos permitem criar sistemas muito interessantes e complexos.

 Quando um sistema hipermidiático for muito simples, o espectador logo perde o interesse pelo mesmo e o abandona.Se um sistema tiver um bom nível de complexidade e ambiguidade ele se torna interessante e passa a ter o grau de estética elevado.

Bibliografia: (BAIRON, Sérgio; PETRY, Luis Carlos. Tempo, compreensão e imersão. IN Psicanálise e história da cultura. Caxias do sul: EDUCS; São Paulo: Mackenzie, 2000)

Posted by: gluedtke | October 16, 2007

A estética clean e a estética Kitsch

A estética clean e a estética Kitsch não duas correntes publicitárias que convivem no universo da comunicação brasileira.

A estética Clean é a estética do belo, do equilibrio, da harmonia da formalidade. No Brasil a estética Clean foi introduzida pela rede Globo de televisão e sempre foi a espinha dorsal da programação, que aliado a um sinal de transmissão muito forte acabou entrando em grande quantidade de lares dos brasileiros conquistando assim a liderança na audiência.

O clean também se refere à forma econômica e acéptica de transmitir a informação, ou seja, transmitir o mínimo de informação possível omitindo, fatos e acontecimentos indesejados principalmente da política no período da ditadura militar.

Nesta filosofia do clean eram omitidos muitas mazelas da sociedade e quem acabava denunciando o lado sujo era o cinema com suas produções mostrando a pobreza e a violência urbana.

A estética Kitsch é uma forma de manifestação que surgiu na Europa com a ascensão da burgesia mas que não foi muito bem aceita. O Kitsch é uma espécie de imitação da arte original, podemos encontrar réplicas reproduzidas de diversas obras de arte nas casas das pessoas, desde pinturas até estátuas e reproduções peças musicais gravadas em discos.

No Brasil o Kitsch se incorporou de tal forma na nossa cultura que fica difícil de distinguir o que é cultura brasileira e o que é Kitsch. O brasileiro absorveu muita coisa da arte européia, da arte africana e da arte americana produzindo um grande caldeirão cultural tornando o Kitsch praticamente a nossa arte popular sem que as pessoas percebam isto. 

Referências Bibliográficas: (MARANHÃO, Jorge. A estética publicitária. IN A arte da publicidade: estética, crítica e kitsch. Campinas: Papirus, 1988)

Posted by: gluedtke | April 6, 2007

Porque compramos tantas coisas

Porque compramos tantas coisas!? Esta é uma pergunta que não cala, porque será que temos que comprar tantas coisas e que muitas vezes acabamos nem usando?
Muitas vezes para as atividades de nosso dia a dia necessitamos de um determinado objeto para facilitar as tarefas de nosso dia a dia. Imediatamente construimos em nossa mente o objeto de nosso desejo (ou necessidade) e nos imaginamos fazendo uso deste objeto.
O próximo passo é sairmos às compras visitando lojas olhando vitrines, falando com o vendedor para obter informações, pesquisando preços, etc.. ; existe todo um ritual envolvido neste processo até literalmente colocarmos as mãos naquilo que necessitamos. Ah, quanta realização, lembro como se fosse hoje quando comprei o meu primeiro aparelho de som, na época se chamava 3 em 1 (o CD player ainda era opcional na época), cheguei na loja analisei diversos modelos e marcas, analisei o design, a qualidade do som, as características técnicas.
Mas o que me fez optar pelo modelo escolhido; fazendo uma análise à luz dos conhecimentos que tenho hoje, posso dizer que foi um conjunto de fatores envolvendo design, marca, qualidade técnica. Porém posso concluir com segurança que o design é determinante, pois mesmo que tivesse a melhor qualidade de som eu não optaria pelo modelo se ele fosse muito “feio” com linhas que não me agradassem.
Depois disso comprei TV de 20″ convencional, passando por TV de 21″ tela plana e de 29″ tela plana e já estou de olho nas TVs de Plasma ou LCD; a propósito o que é melhor plasma ou LCD”?
Bem, continuemos nossa análise sobre a pergunta do título. Na minha opinião a questão é muito psicológica e os “marketeiros” sabem disso e trabalham muito bem essa questão. Normalmente quando as pessoas estão tristes ou frustradas acabam comprando muito mais para suprir suas necessidades psicológicas, por isso acredito que pessoas mais resolvidas psicologicamente não sejam tão propensas ao consumo impulsivo. Eu conheço várias pessoas que não estão nem aí para as novidades que surgem a todo momento, para elas o que importa é a simplicidade.
Mas a mídia é muito poderosa e sabe que a muitas pessoas compram por impulso e quando estão de alguma forma carentes, daí surge uma pergunta porque 80% dos noticiários televisivos são de algum modo negativos? Será que não existe algo que não sabemos por trás disso?
Mas retornando ao tema inicial, e continuando a nossa análise no contexto atual. As tentações de compra são inúmeras, diariamente surgem mais e mais parafernálias tecnológicas criando novas necessidades e novos desejos de compra, e, para finalizar tudo fica obsoleto de maneira muito rápida. Somos uma sociedade movida pelo consumo, o que não é necessariamente ruim, pois isto acaba movimentando a economia, gerando empregos, riquezas, etc,.
Neste contexto a importância do design tem sido cada vez maior nas últimas décadas, tornando os produtos mais atrativos e interessantes sendo na maioria das vezes decisivo na hora da compra.

Posted by: gluedtke | March 15, 2007

O processo da escrita no meio digital

o processo da escrita no meio digital é uma experiência relativamente para o homen enquanto espécie.

Conforme já foi discutido em aula a transferência da escrita do papel para o meio digital facilitou muito a vida dos escritores, pois no papel era muito difícil corrigir um erro cometido ou melhorar uma determinada frase. Já no meio digital nós podemos digitar uma frase, voltar o cursor lá para o meio, acrescentar uma palavra, apagar outra com muita facilidade e praticidade.

Realmente é uma experiência fantástica escrever no teclado de um computador, porém precisamos nos adaptar, eu mesmo que sou redator técnico de profissão e cheguei a escrever vários manuais a mão livre quando migrei para o computador tive que me adaptar. Às vezes era mais fácil colocar uma idéia complexa no papel usando o lápis, parece que as palavras fluiam melhor se fosse usar o lápis. Porém atualmente a situação se inverteu e agora é mais fácil documentar uma idéia escrevendo-a no teclado do computador do que escrevendo no papel, justamente pela facilidade que o computador oferece.

Posted by: gluedtke | March 8, 2007

Meu perfil

Eu no meu homeofficeTenho 40 anos e ao longo da jornada da minha vida já fiz muitas coisas interessantes. Sou casado há 18 anos e tenho uma filha de 17 anos e uma de 10 anos. Adoro ler livros, viajar e curtir o final de semana com a família.
Com relação a minha formação superior, na verdade eu já deveria estar formado há muito tempo e até poderia já ser um professor Universitário. Mas até agora sempre priorizei a minha atividade profissional delegando a formação superior para um segundo plano. Tenho uma empresa de Comunicação Técnica que faz manuais de produtos e materiais de treinamento.
Percebo que que a evolução do mundo está muito rápido e se eu não me atualizar vou perder este bonde. A minha empresa cresceu e preciso desenvolver novas tecnologias de trabalho e oferecer novos serviços aos meus clientes.
Já há algum tempo, eu estava procurando um curso superior que se encaixase no perfil da minha atividade profissional e de onde eu pudesse tirar subsídios para inovar e modernizar as atividades. Comunicação Digital para mim, caiu como uma luva, é o único curso em todo o Brasil que mais se aproxima do que eu procuro para uma formação superior.

O meu dia a dia está sendo uma correria só. Depois que saio da faculdade vou para casa, almoço e vou para o meu trabalho onde fico até às 20h e 30min. De manhã, levanto por volta das 6h para estudar um pouco, ainda bem que resido a menos de 1km da Universidade.

Posted by: gluedtke | March 8, 2007

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